18 de Março de 2010

Do you know waht really grinds my gears "não sei quantos"

Pessoas indecisas. Geralmente, não existem assim tantas opções quando tomamos decisões, credo. Por norma, existe um sim ou existe um não. E acaso existam mais do que essas opções, independentemente dos prós e contras de cada uma delas, é porque insistem em complicar.

"Vamos não sei onde?"
"-Não sei...É porque tenho não-sei-que para fazer, mas por outro lado apetecia-me ir."
"Queres não-sei-que?"
"-Por um lado apetece-me, mas por outro não devia."

Credo.
Pensem, decidam e depois comuniquem.
Não há paciência.

2 Comentários:

J. A. Pestana disse...

Mas os momentos de escolha, mesmo reduzindo as opções a um modelo Booliano de 0 ou 1 (o tal sim ou não, para quem for ler e não souber, o que é perfeitamente legítimo :P), conseguem ser infinitos à mesma, com muito jeitinho!

O que eu acho que realmente é difícil é discernir sobre a importância relativa das questões para nós, e dizer de peito aberto "é disto que eu gosto", e o "neste momento, estou-me lixando para isto" :P

por ex, querer ir ver um filme giro, mas ao mesmo tempo agradar a um terceiro que vá connosco (problema muito usual ao ir ao cinema com a namorada! :P), e ao mesmo tempo pensar nas horas a que o filme acaba por causa de transportes ou trabalho no dia seguinte... e depois ainda por cima repararmos que ir ao cinema ou não, não era assim tão importante... jasus :P acho que é a isto que te referes ^^ o que eu acho é que não é a simplificação das escolhas que impede algumas pessoas de tomar decisões, mas sim a honestidade para com eles próprios para afirmarem que, naquele momento, o que só queriam mesmo era comer pipocas :S

mas isto também se consegue treinar ;)

J. A. Pestana disse...

é um "sim ou não" às próprias perguntas de "sim ou não"... mas sem tender para o infinito! :P