Pessoas indecisas. Geralmente, não existem assim tantas opções quando tomamos decisões, credo. Por norma, existe um sim ou existe um não. E acaso existam mais do que essas opções, independentemente dos prós e contras de cada uma delas, é porque insistem em complicar.
"Vamos não sei onde?"
"-Não sei...É porque tenho não-sei-que para fazer, mas por outro lado apetecia-me ir."
"Queres não-sei-que?"
"-Por um lado apetece-me, mas por outro não devia."
Credo.
Pensem, decidam e depois comuniquem.
Não há paciência.
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2 Comentários:
Mas os momentos de escolha, mesmo reduzindo as opções a um modelo Booliano de 0 ou 1 (o tal sim ou não, para quem for ler e não souber, o que é perfeitamente legítimo :P), conseguem ser infinitos à mesma, com muito jeitinho!
O que eu acho que realmente é difícil é discernir sobre a importância relativa das questões para nós, e dizer de peito aberto "é disto que eu gosto", e o "neste momento, estou-me lixando para isto" :P
por ex, querer ir ver um filme giro, mas ao mesmo tempo agradar a um terceiro que vá connosco (problema muito usual ao ir ao cinema com a namorada! :P), e ao mesmo tempo pensar nas horas a que o filme acaba por causa de transportes ou trabalho no dia seguinte... e depois ainda por cima repararmos que ir ao cinema ou não, não era assim tão importante... jasus :P acho que é a isto que te referes ^^ o que eu acho é que não é a simplificação das escolhas que impede algumas pessoas de tomar decisões, mas sim a honestidade para com eles próprios para afirmarem que, naquele momento, o que só queriam mesmo era comer pipocas :S
mas isto também se consegue treinar ;)
é um "sim ou não" às próprias perguntas de "sim ou não"... mas sem tender para o infinito! :P
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